Especialistas alertam para ataques de aranha em residências no Maranhão

Picada da aranha-marrom pode causar até falência dos órgãos. Ela pode se esconder em roupas e lençóis. Limpeza do ambiente é a recomendação.

Aranha já fez três vítimas em São Luís (Foto: Reprodução)
Três pessoas foram internadas após serem picadas por uma aranha-marrom, em São Luís. A picada desta aranha não dói, mas seus efeitos causam grandes problemas à saúde, principalmente na pele, que pode até necrosar (morte de células da região atacada). Só nos últimos três anos, foram registrados seis casos de mortes no Maranhão por picadas de aranhas.

O universitário Otávio Jansen foi atacado pela aranha dentro de casa enquanto dormia, e só percebeu que alguma coisa estava errada quando um dos seus dedos do pé começou a inflamar. “Inicialmente aparentava ser só um calo, não doía, não inflamou, não tinha nada de diferente do que um pequeno machucado. Só que com o passar dos dias, começou um processo inflamatório muito forte. Simplesmente fazer a limpeza e passar uma pomada no local já não estava fazendo efeito”, contou.

A aranha-marrom não é agressiva, possui hábitos noturnos e gosta de se esconder em móveis, madeiras e lugares escuros. Sua picada, além de causar a necrose da pele pode acarretar a falência de outros órgãos. No Maranhão, os tipos de aranha mais comuns são as caranguejeiras, a aranha-marrom e a aranha de jardim.

Para evitar a picada da aranha-marrom, é necessário manter limpos ambientes da casa, principalmente os quartos, já que este tipo de animal gosta de se esconder em lençóis e roupas. Outro lugar perigoso são os calçados, que devem ser verificados todas as vezes antes de serem usados.















    

 
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